sábado, 23 de agosto de 2014

Mas primeiro, falaremos sobre mim.

Seguinte galerinha. O blog é meu, leva meu nome nele, então nada mais justo do que eu fazer um prólogo aqui. Enfim.

Já que vocês vão passar um tempo sob a minha custódia aprendendo a amar e odiar coisas comigo. Não, sério, o Blog é meu, eu que arranjo tempo entre aulas da faculdade pra escrever ele e eu falo do que eu quiser aqui.

Tá, talvez eu deixe vocês opinarem nos artigos que serão produzidos.

E quando eu digo que vocês vão aprender a amar coisas comigo, eu estou me referindo a Jojo's Bizarre Adventure. O maior mangá de todos os tempos.

Isso é. Não em tamanho. Em grandiosidade, daorisse e tal.


O maior mangá de todos os tempos.

Dito isso, começarei a expressar meus objetivos com o blog. Bem, eu sempre gostei muito de falar de minhas coisas favoritas com todo o meu coração. Sejam elas espirituais, como sentimentos, pensamentos e até mesmo Deus, lembrando que eu cresci em casa católica e levo esse tipo de dogma pra minha vida, ou supérfluas como mangás, programas de TV e todo tipo de coisa cultural bizarra e hipster que eu gosto.

Aliás, outro dia conto pra vocês da vez que os poderes de Jesus ajudaram um jóquei loiro a transformar carrapatos em dinossauros.

E de um jeito que NÃO é blasfêmia.

E ai eu percebo que eu sei de todo o tipo de coisa na minha vida. É incrível o tipo de coisa que aprendi na internet.

Também teve aquela vez que eu aprendi como melhorar a acústica de uma guitarra mudando a madeira do braço dela ou noções mínimas de balística de rifle apenas com um mangá de lutinha dos anos 80.

Já falei que é o maior mangá de todos os tempos?


Mais algumas coisas sobre mim incluem uma mania de auto limpeza bizarra, um amor exagerado por pôneis e um conhecimento e paixão extremos por jogos de cartas colecionáveis.

O lance que eu tenho com jogos de cartas é que é um tipo de jogo onde pode-se abusar das regras totalmente, de modo que ela tornam-se obsoletas diante da situação na qual você se encontra. Uma mesa rolando um jogo de qualquer card game colecionável quebra o convencional e se desenrola em um próprio mundo caótico e semi-irregulável.

Posso citar as cartas Virbank City Gym de Pokémon, Chaos Orb, Ring of Ma'ruf e uma caralhada de cartas de Magic the Gathering. Em Yu-gi-oh! temos Destiny Board e seus quatro suportes, o quinteto do Exodia, The Final Countdown, Mask Change Second e diversas outras cartas que criam gimmicks monstruosos e insanos que em decks dedicados podem causar estragos horríveis.

Cruzes, nem Pokémon competitivo tem gimmicks que extrapolam tanto quanto Magic.



E é exatamente essa palavra que me define, Gimmick.

Quanto mais artístico, exagerado e beirando a quebra da lógica, mais provável que eu faça as coisas desse jeito. Basicamente, a inconstância é minha inércia e os paradoxos são o meu estilo.

Até parece legal, mas me incomoda as vezes não saber como eu vou agir. Digo, minha vontade agora é fazer um artigo sobre a carreira musical do Celso Portiolli, mas até o final do artigo eu posso estar a redigir um manifesto sobre as melhores cenas de No Game No Life.

Que tem diversas referências a Jojo's Bizarre Adventure...

O maior mangá de todos os tempos.

E bem, com isso encerro meu devaneio inicial. Acho que falei bem tudo o que eu queria, isso é, tomando o número mínimo de desvios. Me sinto até orgulhoso, visto que eu sou normalmente tímido e não curto puxar assunto. 

Não perca o próximo episódio do Blog, quando tomaremos Pepsi e abasteceremos nosso carro com Combustível Fóssil.

Até mais!

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